“Alceu Valença 80 Girassóis” chega a Salvador no dia 10 de abril, com show na Concha Acústica
Foto: Rodrigo Mazuco
ALCEU VALENÇA comemora oito décadas de vida em 2026, ligado em infinitos volts de energia limpa, renovada e solar. Para comemorar a data, a turnê 80 GIRASSÓIS está percorrendo cidades brasileiras, desde o início de março, e no dia 10 de abril chega a Salvador, na Concha Acústica. É Alceu no auge da forma, com todo o seu impressionante vigor em cena, há oitenta anos girando em torno do astro-rei.
A turnê ALCEU VALENÇA 80 GIRASSÓIS, que conta
com patrocínio master do Banco do Brasil e é produzida pela PECK e MV
Produções, já passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Segue ainda para
Florianópolis (18/04), Curitiba (25/04), Brasília (09/05), Recife (15/05),
Fortaleza (23/05), Belém (30/05) e Belo Horizonte (20/06). Além dos shows, o
projeto ALCEU VALENÇA 80 GIRASSÓIS levará a algumas cidades atividades como
exposição de artes plásticas e mostra de filmes.
Montado no futuro do indicativo, o cantor
sobrevoa a própria trajetória artística, da década de 1970 aos dias atuais. A
saga musical de Valença revisita os primeiros tempos de estrada e encontra em
“Espelho Cristalino”, com contornos de toada e baião, é pioneira na causa
ambiental. Pela luz que incendeia seu ofício, cabe ao poeta alertar que “essa
rua, sem céu, sem horizontes, foi um rio de águas cristalinas”.
Criando calo em pé caminhador, percorre as
vias do sertão em “Cabelo no Pente” e “Cavalo de Pau”, entre ruas do passado e
ondas de puro éter espalhadas pelo milharal. Desde os tempos da Fazenda
Riachão, que pertenceu a seu pai, em São Bento do Una, agreste de Pernambuco, o
menino Alceu teve nas festas, feiras e vaquejadas do Nordeste profundo a mesma
fonte absorvida por Luiz Gonzaga para formatar os gêneros que desembocaram no
forró. Seu Luiz, por sinal, deu a definição certeira do som de Alceu, já nos anos
80: “é uma banda de pífanos elétrica”. O legado do rei do baião se faz presente
nas recriações de “Pagode Russo” e “Sabiá”, esta com leve sotaque lusitano, a
provar que o fado português e a toada nordestina sempre dão psiu entre si.
Por ruas, estradas e caminhos ensolarados, o
cantor nos leva a Recife, tema de “Pelas ruas que Andei” e “Belle de Jour”,
recentemente revisitada em dueto com a cantora francesa Zaz. Só mesmo Alceu
para desembarcar a musa da nouvelle vague francesa em plena praia de Boa Viagem
na tarde de um domingo azul (e hoje a canção é mais famosa que o filme que a
inspirou). Dizem que até a garota de Ipanema tem uma pontinha de ciúmes da
Belle de Jour.
Do Recife ao carnaval de Olinda, o frevo, o
maracatu e as cirandas disseminam sua vibração avassaladora. Há mais de uma
década, Alceu comanda o bloco “Bicho Maluco Beleza” pelas ruas de São Paulo, e
agora também do Recife, com cerca de um milhão de foliões felizes em cada
evento. Parte dessa atmosfera pode ser conferida na turnê 80 Girassóis, com um
módulo dedicado ao Alceu carnavalesco. Porque em Olinda é sem igual.
Ao longo de toda a carreira, Alceu se
notabiliza por cultivar as sonoridades do Brasil e do Nordeste em linguagem
contemporânea, urbana, e com irresistível apelo para as massas. As projeções,
com direção de Rafael Todeschini, vislumbram os diversos grafismos oníricos da
obra do artista.
Com notável capacidade de renovar seu público,
canções como “Anunciação”, “Tropicana”, “Belle de Jour”, “Como Dois Animais”,
“Coração Bobo”, atravessam o tempo, recicladas a cada geração. Com 200 milhões
de acessos no Spotify, “Anunciação” é cantada em estádios dentro e fora do
Brasil, enquanto “Belle de Jour” possui mais de 300 milhões de visualizações no
YouTube. “Tropicana” ultrapassa a marca de 100 milhões de ouvintes no Spotify.
De “Espelho Cristalino” ao “Táxi Lunar”, Alceu
sempre quer fazer a gente voar. Na poética, no espaço rítmico, na inventividade
sem limites da canção, no tempo que mesmo virado ao avesso não se pode
mensurar:
- Sou um eterno menino, me sinto com oitenta
ao contrário, oito anos talvez. Ou o oito traçado na horizontal, que é o
símbolo do infinito. Minha mãe dizia: ‘meu filho, você veio ao mundo para levar
alegria às pessoas’. É uma espécie de missão”, celebra o mais jovem oitentão da
música brasileira.
ALCEU VALENÇA apresenta a turnê 80 GIRASSÓIS
acompanhado por Tovinho (teclados e direção musical), Cássio Cunha (bateria),
Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo), André Julião (sanfona), Costinha
(flautas). Participação: Lui Coimbra (violas e violoncelo) e Natalia Mitre
(percussão).
As vendas gerais já estão abertas, e os
ingressos podem ser adquiridos através do site
alceuvalenca.com.br, com
parcelamento disponível em até 12x.
Identidade visual: Oblíquo
Projeto videográfico e direção de arte:
Oblíquo & Radiográfico
Figurinos: Isabela Capeto
Realização: Peck Produções e MV Produções
ALCEU 80 GIRASSÓIS - agenda Brasil
Salvador - Concha Acústica - 10 de abril de
2026
Florianópolis - Stage Music Park - 18 de abril
de 2026
Curitiba - Igloo - 25 de abril de 2026
Brasília - CCBB - 09 de maio de 2026
Recife - Classic Hall - 15 maio de 2026
Fortaleza -
Centro de Eventos - CE - 23 de
maio de 2026
Belém - Hangar Centro de Convenções - 30 de
maio de 2026
Belo Horizonte - BeFly Hall - 20 de junho de
2026
Serviço
Alceu Valença 80 Girassóis - Salvador
Dia: 10 de abril
Horário: 19h
Local: Concha Acústica: Av. Alberto Pinto, 11 - Campo
Grande
Valores:
Plateia: 3° lote - a partir de
R$120, meia; 2° lote - R$220, inteira;
Plateia Clientes
Banco do Brasil: 3° lote - a partir de R$216, inteira
Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/111744/d/343069/s/2326347
