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Via Press apresenta: Lenine lança “CARBONO” em Salvador


 
A Via Press traz para Salvador o show de lançamento do novo projeto autoral do cantor recifense-carioca, brasileiro do mundo, Lenine. Ao mesmo tempo em que colocava as mãos no primeiro exemplar de seu mais recente disco de inéditas, Carbono, Lenine já botava os pés na estrada com a nova turnê e chega a capital baiana no dia 10 de julho, no Barra Hall. Os ingressos custam R$ 60 (preço promocional) e já estão à venda nos balcões da Ticketmix.
Sobre o show CARBONO

Com direção musical de Lenine, o roteiro do show é composto por todas as onze faixas do disco – como “Castanho” (Lenine/Carlos Posada), “Simples assim” (Lenine/Dudu Falcão) e “Cupim de ferro” (Lenine/Nação Zumbi), entremeadas por músicas de sua carreira dotadas de imprescindível química sonora com o repertório atual. A viagem passa por Olho de Peixe, Na Pressão, O Dia em Que Faremos Contato e Labiata, entre outros, voltando sempre ao elementar Carbono.

 Produtores do disco ao lado de Lenine, Bruno Giorgi (bandolim, guitarra, efeitos e vocais) e JR Tostoi (guitarra e vocais), juntam-se a Guila (baixo, synth e vocais) e Pantico Rocha (bateria e vocais), formando o “núcleo duro” de Carbono. O time confere ao show uma atmosfera mais roqueira, em alguns momentos; mas tão híbrida quanto a do disco do qual participam Nação Zumbi, Orkestra Rumpilezz (Salvador), Martin Fondse Orchestra (Amsterdam), instrumentistas como Carlos Malta, Marcos Suzano, Ricardo Vignini, entre tantos.

“Solene, terreno, imenso” – o elemento carbono é destaque no cenário concebido pela designer Natália Lana e pelo light designer Robson de Cassia, a cargo também da iluminação. Lâmpadas abastecidas por energia solar e pneus reciclados compõem a cena, em sintonia com o projeto de redução do impacto ambiental da turnê, que também envolve o plantio de árvores para neutralização das emissões de CO2.


Em suma, “Carbono é permanência e continuidade”, como diz Lenine. E uma deliciosa oportunidade para o cantautor “tirar um som” ao lado dos amigos de longa data. Não por acaso, o espetáculo é encerrado com “Undo”, faixa instrumental composta pelos cinco músicos e gravada, por pura afetividade, na Toca do Bandido, reverenciando o saudoso amigo Tom Capone.

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