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Grupo teatral quer contar histórias de amor de homens negros. Saiba como participar


Madame Satã foi um ícone gay já retratado no Cinema em 2002 por Karim Aïnouz e agora vai ganhar os palcos com uma montagem da Cia. Os Crespos que vai misturar a história dele com a de outros homossexuais negros. Com estreia prevista para abril em São Paulo, “Cartas a Madame Satã” está recebendo até o dia 6 de fevereiro depoimentos pessoais de homens e suas aventuras e desventuras no amor.

Os relatos, que devem ser reais, devem ser de homens afrodescendentes, não importando se homo e heterossexuais, que queiram ajudar a compor o personagem do monólogo, interpretado pelo ator Sidney Santiago. O espetáculo vai unir a realidade colaborativa enviada por e-mail por esses homens com a inspiração da forte figura de Madame Satã – compondo uma história única e universal.

A Cia. Os Crespos está também fazendo um laboratório literalmente in loco para sua montagem, visitando clubes gays, conversando com homens, travestis e transexuais e realizando incursões no epicentro da vida LGBT paulistana, o Largo do Arouche. Tudo para levar ao palco um enredo o mais real possível, uma história que é de um personagem, mas poderia ser de várias pessoas.

Homens interessados em contar suas histórias de amor homo e heteroafetivo devem enviar seus relatos para o e-mail oscrespos@gmail.com. Pode usar o nome real, não precisa camuflar nada porque as informações pessoais recebidas não serão divulgadas pelo grupo, nem citadas na peça. O que vai para o palco é um pouco do sentimento de cada um que colaborar, unido à aura forte de Madame Satã.

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