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CINCO RAZÕES PARA ASSISTIR INTOCÁVEIS – SEGUNDO A WEINSTEIN COMPANY



O filme fenômeno da França será exibido no Festival Varilux em 33 cidades e estreia em circuito comercial no dia 31 de agosto
 No meio de tantas notícias tristes e manchetes trágicas recentemente, seria mais do que bem-vinda uma história positiva, afirmadora da vida. Acontece que haverá uma em um cinema perto de você.
 INTOCÁVEIS é um filme francês premiado, que quebrou recordes de bilheteria e estreia no Brasil no dia 31 de agosto. E trás com ele um efeito inspirador.
 Baseado em uma história real, INTOCÁVEIS é sobre um aristocrata francês paralítico chamado Philippe (François Cluzet), que contrata um cuidador incomum – Driss, carismático jovem vigarista (Omar Sy) – e eles formam uma relação de amizade única.
 Essa tragicomédia tornou-se a maior bilheteria de um filme estrangeiro nos Estados Unidos em 2012. Faturou milhões no mundo afora e acumulou nove Prêmios César, o Oscar francês. (Madonna alugou um cinema inteiro para exibi-lo!). Mas por que tudo isso?
 1.    É tão inspirador quanto os personagens

 É difícil não se cativar por esta história tocante, baseada nas experiências reais de Abdel Sellou. Omar Sy – que interpreta Driss, versão cinematográfica de Sellou – concorda. “Achei o personagem muito engraçado, comovente e muito incomum”, diz Sy. E ele sabe que compartilha semelhanças com o personagem. “Eu venho do mesmo subúrbio desprivilegiado de Paris que Driss, e também sou filho de imigrantes. Geralmente, quando vemos personagens com esse histórico representados no cinema, eles possuem uma atitude muito negativa. Essa foi a primeira vez que vi algo diferente, alguém sendo representado por contribuir positivamente para a história e para o mundo. Foi inspirador”.
 2.    Te leva às lágrimas de alegria
“Com certeza vemos muitas pessoas saindo do cinema chorando e sorrindo. É uma combinação incomum e é a melhor resposta”, diz Sy. Você também vai rir e chorar ao mesmo tempo, e Sellou acrescenta: “Assistir esse filme te fará sorrir... e sentir que tudo é possível, mesmo quando tudo parece perdido”. Além de co-estrelarem o filme, Sy e Cluzet (que interpreta o deficiente Philippe) também criaram um elo especial. “Eu não tenho formação profissional, então aprendo através das pessoas com quem trabalho”, diz Sy. “François não apenas me ensinou, ele me transformou. Posso dividir minha vida entre antes de conhecer François e depois. Ele me ensinou tanto sobre atuar e sobre a vida, e fez tudo sentado em uma cadeira de rodas sem se mover”. Já está chorando?
 3.    Pode mudar sua opinião sobre filmes estrangeiros
Enquanto alguns americanos tendem a fugir de filmes legendados, este pode ter vindo para mudar isso. “Não pense que é um filme longo, entediante ou sem contexto”, diz Sy. “É a história de uma linda amizade, cheia de humor, emoção e boa música. Quem não se identifica com isso?” Intocáveis “conta uma história universal”, acrescenta Sellou. “Poderia facilmente ter sido um filme americano”.
 4.    Omar Sy é incrivelmente agradável aos olhos
Este cara é atraente em qualquer idioma. “O que posso dizer sobre Omar Sy? Ao contrário de mim, ele é alto e excelente dançarino”, brinca Sellou. “Ele conseguiu transformar o ‘Shrek’ que eu sou na verdade em um personagem excepcional e verossímil... com seus loucos passos de dança, belo rosto e corpo atlético”.
 5.    Há uma leitura prazerosa embutida
Você Mudou a Minha Vida (Ed. Record), autobiografia de Sellou sobre sua relação com Philippe Pozzo di Borgo, é uma leitura leve, porém com conteúdo, digna de uma leitura de férias. E o livro foi uma longa espera. “Philippe me pedia para escrever minha história há anos, mas minha resposta era sempre ‘não’”, diz Sellou. “Eu realmente não me via como escritor; digo, até perceber que escrever meu próprio livro de memórias seria a maneira mais linda de agradecer Phillipe por tudo que ele me deu, que deu à minha vida”.
 Sobre a The Weinstein Company
 The Weinstein Company é um estúdio cinematográfico independente norte-americano fundado por Harvey e Bob Weinstein, em 2005, após a dupla deixar a Miramax Films, que tinham co-fundado em 1979. Distribuiu nos Estados Unidos os filmes vencedores do Oscar de 2011 e 2012: O Discurso do Rei e O Artista.

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