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O FILME DE RIHANNA



O nome do filme é Battleship: A batalha dos mares, mas também pode ser chamado, principalmente pelas bee como ‘o filme de Rihanna’ - primeira aventura cinematográfica da cantora. Não é o meu tipo de filme preferido, mas agrada pelos efeitos e dinamismo.
Os norte-americanos mandam mensagens via satélite para outro planeta e praticamente convidam nossos coleguinhas para uma visitinha. Só que eles não são do bem. Com arsenal tecnológico estilo Transformers e enorme poder bélico, os alienígenas vem para destruir tudo sem explicação, sem motivo... Só querem saber de atirar e matar. No começo tudo é muito chato e um pouco engraçado, mas com o decorrer da sequência, a gente vai se envolvendo só pelo fato de torcer pela raça humana e nem liga mais para os absurdos que são mostrados.
Vocês já viram um bote salva-vidas ser mais forte do que um navio de guerra? rsrs. Muita mentira e muita ação, assim eu resumiria o filme de Rihanna. Ela, vivendo uma combatente da marinha norte-americana, fala algumas poucas frases curtas sem expressão e seu boné a acompanha até o fim do filme. Ela cai, nada, corre e seu boné continua lá. Toda vez que ela aparece, sentia que ela ia cantar e dançar como nos seus clipes (sempre ótimos, por sinal).
A direção é de Peter Berg e Taylor Kitsch está bem no papel, interpretando o anti-herói Hopper que, mesmo despreparado e desacreditado precisa assumir o comando da guerra. A trilha sonora não faz sentido algum em algumas cenas, mas os efeitos especiais são maravilhosos. Creio que se existisse a versão em 3D, a questão técnica estaria bem próximo da perfeição – aliás, não entendo porque não fizeram em 3D. Será que gastaram toda a verba com Rihanna? No mais, uma boa dica para entretenimento.
George Araújo – Colunista de Cinema
Publicitário, Blogueiro, twitteiro e cinéfilo de plantão. Trabalha na área de criação gráfica e com mídias sociais e é idealizador do BlogayrosCamp.

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